Como eu queria te falar tudo que vou escrever por aqui, é uma pena que não posso...
Por isso, estou aqui, escrevendo tudo que meu coração quer dizer e não pode.
Pra que tudo que eu sinto, fique de alguma maneira registrado, explícito.
Sei que você não vai ler, aliás, ninguém vai ler.
Pra que tudo que eu sinto, fique de alguma maneira registrado, explícito.
Sei que você não vai ler, aliás, ninguém vai ler.
Mas esse cantinho aqui vai aliviar meu coração.
É como se eu estivesse escrevendo pra você, só pra você.
Foram somente dois encontros, aliás três.
Mas o último não quero nem lembrar, nem lembrar daquela maneira fria como me tratou.
O primeiro encontro, o encanto.
O segundo encontro, a confirmação.
O terceiro encontro, o teu medo de se entregar, a dolorosa despedida...
Mas o último não quero nem lembrar, nem lembrar daquela maneira fria como me tratou.
O primeiro encontro, o encanto.
O segundo encontro, a confirmação.
O terceiro encontro, o teu medo de se entregar, a dolorosa despedida...
Só quero lembrar do seu olhar me penetrando, aquele olhar doce feito mel, que só de lembrar deixa meu coração estremecido por não tê-lo mais.
Sei que não posso sentir isso, não posso. Mas sinto, sinto, sinto...
Sei que não posso sentir isso, não posso. Mas sinto, sinto, sinto...
Como não posso desabafar com ninguém, eu preciso simplesmente escrever.
Deixa? Deixa eu colocar pra fora tudo que eu queria gritar pra todo mundo ouvir, e não posso.
Vou levar comigo pra sempre o teu amor...
Amauri, meu eterno moço, minha inesquecível paixão proibida!
Beijos doces de sua moça...

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